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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Conselho: se fosse bom a gente não dava, mas vá lá!

Fique num estado de "não-saber". Viva a partir desse estado. Olhe as árvores como uma criança, olhe a lua como um poeta, olhe o céu como um louco!
Você deve estar se perguntando se eu surtei, enlouqueci de vez, bati os pinos, pirei, não é?
Pode ser. Não sei. Mas isso significa viver o hoje e não o amanhã. O amanhã não importa e sabe por quê? Porque não existe um "amanhã" se não houver um "hoje". Já disse isso em algum momento desse blog (ou vários!).
O mais belo momento da vida de uma pessoa é quando não há nem confusão nem certeza. Ela simplesmente é. Um espelho refletindo aquilo que é sem nenhuma direção, indo pra lugar algum, sem idéia de fazer algo, sem nenhum futuro, só absolutamente no presente, intensamente no presente.
Caraca! Quanta utopia! No fundo até Buda deve ter pensado no futuro! De que maneira iria passar adiante seus ensinamentos? Com todo o respeito.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

"Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você."

Sartre

Já tinha postado isso antes, mas essa é uma das citações de Sartre (Jean Paul Sartre, 21 de Junho de 1905 - 15 de Abril de 1980), grande filósofo existencialista francês do início do século XX.

Também ele disse que "um homem não é outra coisa senão o que faz de si mesmo". Acredito realmente que o destino é a gente que faz, o caminho somos nós que traçamos e escolhemos. E que somos aquilo que fazemos de nós mesmos. O caráter somos nós que construímos e, ainda que o ambiente não seja lá muito favorável, o livre-arbítrio é indiscutível. Tomamos os exemplos que escolhemos, então, não concordo quando a ausência de caráter, o pessimismo, a falta de ambição (aquela que nos impulsiona a crescer, que fique cá bem claro) e a negação do bem são justificadas por uma infância infeliz, pela ausência de pais, pela pobreza ou seja lá qual for a questão social que desejem utilizar para tal fim. Sempre, e friso bem, sempre, há o bem e o mal, ainda que em doses diferentes, um peso e uma medida para cada um. E sempre somos nós a escolher qual caminho tomar (não fosse assim seríamos todos psicóticos, assassinos e extremamente violentos, não?). Fácil é arranjar desculpa, difícil é assumir o que realmente somos. Enquanto as máscaras permanecem, não há como não ser miseravelmente infeliz. A verdade liberta. Uma lástima que nem todos aprendam isso... Não há como ser aquilo que não se é por muito tempo. Devagar a vida cobra!

P.S. Sempre me disseram que é o aluno que faz a escola e concordo com isso. Já provei os dois lados (o particular e o público) e sei bem onde cheguei. E onde ainda vou chegar, então quando me vem com essa de que 'não tenho grana pra estudar', desculpa, mas se o que procura é sabedoria, informação, crescimento pessoal e afins, há muitas outras fontes pra isso. Então, ignorância pra mim não tem desculpa. Há milhares de exemplos de miseráveis com cultura. E, por incrível que pareça, não, isso não é raro. Participei de um grupo de disdussão filosófica de catadores de papel em Curitiba, só pra dar um exemplo. Gente que não tem onde cair morta, mas tem cultura sim. E busca cultura. Gente que aprendeu a ler depois de idade avançada e prossegue até hoje. Esses teriam desculpas, milhares delas, mas ao invés de usá-las, encontravam-se (não sei mais hoje) todas as quintas à noite na FREI para crescerem como indivíduos. E é aí que a gente vê a diferença entre os que querem ser daqueles que se acomodam e se escondem atrás de estórias tristes. Para aqueles, o futuro não assusta, mas está nas suas mãos.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Só existem dois dias no ano em que nada pode ser feito.

Um se chama 'ontem' e o outro 'amanhã', portanto HOJE é o dia certo para AMAR, ACREDITAR, FAZER e principalmente VIVER !
Dalai Lama

Já tinha até me esquecido disso, mas minha amiga Lica fez-me o favor de relembrar...

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Farpa Cortante

O Rappa

Não falta a marca da crise
o pé incomoda com o furo
eu quase encosto no muro
no lado de cá, no lado de cá da vitória
no escuro, o teto é a laje
acende e apaga, apaga a fogueira
no charco molhado, de papelão
coberto de fogo, da brasa na fogueira
na brasa da fogueira
no escuro, o teto é a laje
acende e apaga a fogueira
no charco molhado, de papelão
coberto de fogo, apaga a fogueira
convivência é áspera e amarga
o encosto, além do prudente
no úmido e frágil caminho
eu não tenho meu pai, eu sou sozinho
a vida emprestada no crime
na sombra, longe do firmamento
sem choro, no estrilo, sem choro não há tempo
a lata com farpa cortante

"Você andar com um furo no sapato, conseguir driblar umas situações... Quando você abre a lata, você não vai achando que vai cortar o dedo, mas se você displicente, se não for um cara atento... a vida é tirada nos detalhes...a bala que passa rasante que passou pela janela e você falou 'Nossa! Vou dormir no chão porque...'"
Falcão


Pois é, a vida é feita de detalhes. E são esses malditos - ou benditos - detalhes que fazem mesmo a diferença! Um sinal que você deixou de ver num segundo de um dia qualquer, arruina os outros 364 dias do ano - ou o resto dos seus dias, quem sabe? E quer mesmo saber qual é o maior problema? É que somos cegos na maior parte do tempo. Somos cegos porque não temos tempo pra perder com detalhes ou não queremos enxergar. Às vezes dói menos se fecharmos os olhos e fingirmos que está tudo bem... Ledo engano. A dor não diminui não, extraordinariamente, aumenta. A dor fica ali, latente, esperando o pior momento pra vir à tona e destruir o que restou da carcaça do ser. Infelizmente, não há outra verdade senão a de que somos sempre só nós e Deus. Estamos sempre sozinhos, porque ninguém pode caminhar por ninguém. O nosso caminho é a gente que faz. O destino pode até estar lá, mas somos nós que o fazemos a cada amanhecer. E esse destino a gente muda a cada segundo, a cada atitude, a cada pulsar. E nos resta arcar com as consequências do caminho que a gente traça nessa estapafúrdica confusão que é a vida. Cheia de sinônimos e antônimos.

A gente pode ser qualquer coisa. Desde que acredite nisso!

Nem ia comentar nada, mas e deu pra segurar os dedinhos aqui fora do teclado? Caraca! O Rappa faz parte da trilha sonora da minha vida sim. E muito. Esse mix de criatividade que cada um deposita na criação de suas músicas é impressionante! A sincronia é perfeita. São pequenos (gigantes) emaranhados de letras sangrados da conjunção pulsante. O sangue que corre em suas veias é bem vermelho. Vermelho vivo. Intenso. Perfeito. E isso só confirma aquilo que vemos no palco: mostra que há um coração pulsante que sangra muuuuuito a cada batida de som.
Quem faz o que gosta, faz direito, faz perfeito. Quem faz o que gosta, tem respeito. E se dá respeito. Quem sabe o que faz, vai longe. Atravessa barreiras, amplia os horizontes e não se limita.
Parabéns. Vocês vão e eu também viajo junto. Quem disse que não existe o tal pensamento universal???

Fui!

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

A idade de ser feliz

Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa.
(Mario Quintana)

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

terça-feira, 24 de junho de 2008

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Sabedoria do Fogaça

Olha eu roubando de novo! Ai, ai, ai... assim pena máxima, daqui a pouco, vai ser pouco! Fogaça, tu és um sábio mesmo!! Furtei e não me arrependo! rsrsrs

a) Não diminuam seu próprio valor, comparando-se com outras pessoas. Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial.
b) Não fixem seus objetivos com base no que os outros acham importante. Só vocês estão em condições de escolher o que é melhor para você próprio.
c) Dêem valor e respeitem as coisas mais queridas aos seus corações. Apeguem-se a elas como a própria vida. Sem elas a vida carece de sentido.
d) Não deixem que a vida escorra entre os dedos por viverem no passado ou no futuro. Se viverem um dia de cada vez, viverão todos os dias de suas vidas.
e) Não desistam quando ainda são capazes de um esforço a mais.
f) Nada termina até o momento em que se deixa de tentar.
g) Não temam admitir que não sejam perfeitos.
h) Não temam enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes.
i) Não excluam o amor de suas vidas dizendo que não se pode encontrá-lo. A melhor forma de receber amor é dá-lo. A forma mais rápida de ficar sem amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dar-lhe asas. Corra atrás de seu amor, ainda dá tempo!
j) Não corram tanto pela vida a ponto de esquecerem onde estiveram e para onde vão.
k) Não tenham medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega facilmente.
l) Não usem imprudentemente o tempo ou as palavras. Não se podem recuperar.
A vida não é uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo.

Lembrem-se:
Ontem é historia. Amanhã é mistério e Hoje é uma dádiva. Por isso se chama "presente".

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Tem remédio?


Tudo simplesmente é, por nenhuma razão em absoluto. Tudo é simplesmente um completo absurdo. Se isso for entendido, então qual é a pressa? E pressa pra quê?
É assim que devo pensar???
Então preciso urgentemente de terapia e lexapro.

Não! Uma camisa-de-força.

Afinal, sou um caso perdido!

sábado, 26 de janeiro de 2008

Só pra quem vive


Rir é correr risco de parecer tolo.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é livre!
(Seneca)